
Hoje tive uma conversa simpática com um novo bom amigo sobre o que esperar do futuro, sobre o poder e querer saber onde as nossas acções nos levam.
Isto pôs-me a pensar que a vida não teria metade da piada se soubessemos de antemão o que o futuro nos reserva. Gostaria de saber o que estarei a fazer e onde estarei daqui a um ano ou dois? Honestamente, acho que não, acho que o trajecto perdia metade da graça porque já não caminhava para o desconhecido, seria a mesma coisa que ler um livro ou ver um filme e já saber o seu final, perde-se o factor surpresa, aquele que tanto nos faz vibrar.
Os objectivos não o são por si só, assim como apenas as metas não me satisfazem. O trajecto pode (e deve) ser tão gratificante e enriquecedor como o seu fim. Sou uma mulher que se satisfaz e é feliz com coisas muito simples, provavelmente por isso não me concentro apenas no grande bolo, mas acho honestamente que, assim chego ao fim do dia e espremo mais sumo da vida.
Estou deliciada a viver este momento e não aquele que ainda não vivi...
Isto pôs-me a pensar que a vida não teria metade da piada se soubessemos de antemão o que o futuro nos reserva. Gostaria de saber o que estarei a fazer e onde estarei daqui a um ano ou dois? Honestamente, acho que não, acho que o trajecto perdia metade da graça porque já não caminhava para o desconhecido, seria a mesma coisa que ler um livro ou ver um filme e já saber o seu final, perde-se o factor surpresa, aquele que tanto nos faz vibrar.
Os objectivos não o são por si só, assim como apenas as metas não me satisfazem. O trajecto pode (e deve) ser tão gratificante e enriquecedor como o seu fim. Sou uma mulher que se satisfaz e é feliz com coisas muito simples, provavelmente por isso não me concentro apenas no grande bolo, mas acho honestamente que, assim chego ao fim do dia e espremo mais sumo da vida.
Estou deliciada a viver este momento e não aquele que ainda não vivi...